Rua das Flores: colocamos o coração em cada página da nossa história - Notícias - Santa Casa da Misericórdia do Porto

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Rua das Flores: colocamos o coração em cada página da nossa história
⌚ 20.03.2025
Aniversário institucional

No âmbito do aniversário da Misericórdia do Porto, convidamo-lo a viajar pela nossa história através da campanha comemorativa "526 anos de curiosidades para desvendar".

Ao longo dos séculos, a instituição cresceu, evoluiu e adaptou-se aos desafios de cada época, sempre com a missão de servir a comunidade. Desde 1499, mantemos vivo o compromisso com a solidariedade e a inovação, mas há muito mais para descobrir...

Acompanhe esta campanha no site e nas redes sociais e (re)descubra momentos, factos e episódios que marcaram o nosso percurso.


As origens da Misericórdia do Porto


"O edifício da Misericórdia do Porto, situado na Rua das Flores, é a sua sede desde 1550. Foram duas benfeitoras, mãe e filha, que doaram os terrenos.

O documento mais antigo da Misericórdia do Porto remonta a 12 de junho de 1503 e menciona a sua sede na Sé do Porto. A confraria estabeleceu-se numa capela do Claustro Velho, posteriormente designada Capela de Santiago.

A Rua das Flores, aberta por ordem de D. Manuel em 1521, surgiu como um exemplo do novo urbanismo, refletindo um modelo regulado e representativo do então emergente Estado Moderno. Desde cedo, tornou-se a via mais importante da cidade, ligando a zona ribeirinha ao interior norte da urbe e permitindo o escoamento das mercadorias provenientes do porto fluvial no Douro. Além disso, articulava os três principais núcleos urbanos dentro da muralha: o Olival, a Sé e a Ribeira. Esta zona foi também escolhida pela nobreza para a construção das suas residências, particularmente na área pertencente à Mitra, situada na extremidade sul, próxima do centro cívico e comercial do Largo de S. Domingos. 

Em 1550, a Casa do Despacho da Misericórdia do Porto, na Rua das Flores, estava operacional, e a igreja, no seu lado sul, seria benzida em 1559 pelo bispo do Porto, D. Rodrigo Pinheiro. 

Estes terrenos, onde a Misericórdia se estabeleceu, foram doados por D. Maria de Castro, mãe de outra doadora, D. Antónia de Castro. D. Maria ofereceu o lote onde se viria a edificar a Igreja Privativa. A filha, D. Antónia, completou a doação em 1585, ao legar um quintal por trás da Misericórdia."


Fonte: Casa da Prelada 


Colocamos o coração em cada página da nossa história.


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